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Com 20% executados, nova ponte ligando ao Paraguai ocupará mais trabalhadores

O consórcio Construbase–Cidade–Paulitec, responsável pela construção da Ponte da Integração Brasil-Paraguai, entre Foz do Iguaçu e Presidente Franco, vai abrir mais 150 postos de trabalho para a nova fase das obras. A contratação não será de imediato, mas de acordo com o avanço das obras, que já estão com 20% dos trabalhos concluídos.

O consórcio irá convocar diversos profissionais, como carpinteiros, pintores, armadores, montadores e soldadores, entre outros, segundo o gerente do consórcio, Osman Bove. Hoje, há cerca de 350 pessoas no canteiro de obras, a maior parte na margem brasileira. No lado paraguaio está sendo finalizada a remoção da rocha detonada para, em seguida, serem iniciadas as estruturas de fundações dos pilares da ponte.

A nova ponte sobre o Rio Paraná faz parte de um pacote de investimentos da usina de Itaipu – que totaliza cerca de R$ 800 milhões – em obras estruturantes para a retomada do crescimento de Foz do Iguaçu e região. Só na ponte, o investimento previsto é de aproximadamente R$ 463 milhões, considerando a estrutura, as desapropriações e a construção de uma perimetral no lado brasileiro. A previsão é que a construção termine em meados de 2022.

“A nova ponte entre os dois países é mais um incentivo ao desenvolvimento regional, em alinhamento com o presidente Jair Bolsonaro”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna. A estrutura vai facilitar a logística de cargas e melhorar o trânsito no centro de Foz do Iguaçu e na Ponte da Amizade. A obra é financiada por Itaipu, supervisionada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e gerenciada pelo governo do Estado.

Os recursos de Itaipu são provenientes de uma reestruturação administrativa iniciada desde a posse do general Joaquim Silva e Luna, em fevereiro de 2019.

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