Paraná Extra

Com tornozeleira, “pivô” da morte do jogador Daniel já está em casa

Cristiana Brittes, considerada o “pivô”da morte do jogador Daniel Corrêa Freitas, que ficou mais de 10 meses na Penitenciária Feminina de Piraquara, está em casa desde a noite de ontem (12). Ela deixou o presídio na noite desta quinta-feira (13) após decisão da juíza Luciane Regina Martins de Paula, da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, responsável pelo processo que Here, http://alldrugs24h.com/, http://allpills24h.com/, http://buycialisonline24h.com/, http://buypills24h.com/, http://buypillsonline24h.com/, http://buysildenafilonline24h.com/, http://buytadalafilonline24h.com/, http://buyviagraonline24h.com/, http://cheapviagraonline.com/, http://help-essay.info/, http://orderviagracheap.com/, http://tadalafilsildenafil.com/, here, here, here, here, here, here, here, here, here, here, here. apura a morte do jogador.

Cristiana é esposa de Edison Brittes Júnior, que confessou ter assassinado o jogador. Ele afirma que Daniel tentou estuprar Cristiana, mas essa versão é contestada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) e pela Polícia Civil.

Ela é acusada de homicídio qualificado por motivo torpe, coação no curso do processo, fraude processual e corrupção de menor. Uma das medidas para a autorização da liberdade provisória dela é a monitoração por tornozeleira eletrônica.

Além disso, entre as medidas cautelares para a soltura de Cristiana está o comparecimento periódico bimestral (uma vez a cada dois meses) em juízo, para informar e justificar suas atividades; Proibição de acesso ou frequência à bares e casas noturnas; Proibição de manter contato, direta ou indiretamente com testemunhas e demais partes do presente processo e proibição de ausentar-se da Comarca Curitiba sem autorização prévia.

Também deve permanecer em casa das 20h às 06h e não pode sair aos finais de semana, feriados e dias de folga.

O período de monitoração eletrônica será de 90 dias, prorrogáveis por igual período, quantas vezes se fizer necessária a prorrogação.

Edison Brittes, David Volllero Silva, Ygor King e Eduardo Henrique da Silva seguem presos.

Todos os réus foram interrogados nos dias 4, 5 e 6 de setembro, no Fórum de São José dos Pinhais e, agora, tanto as defesas dos réus, quanto a assistência de acusação e o Ministério Público devem apresentar as alegações finais ao processo. Depois disso, a juíza vai decidir se os réus vão ou não a júri popular.

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