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Defesa de Richa pede transferência para PM mas juiz nega

A defesa do ex-governador Beto Richa (PSDB), preso no âmbito da Operação Quadro Negro nesta terça-feira (19), pediu que ele seja transferido do Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, onde estão os presos da operação “Lava Jato”,  para uma sala de Estado Maior da Policia Militar, em função do cargo que ocupou. O juiz Rubens dos Santos Junior negou o pedido dos advogados.

O pedido foi feito no fim da audiência de custódia. Richa respondeu perguntas sobre condições pessoais e circunstâncias da prisão por cerca de dois minutos.
O empresário Jorge Atherino, apontado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) como operador financeiro de Beto Richa, e Ezequias Moreira, ex-secretário especial de Cerimonial e Relações Exteriores do Paraná, também foram presos e ouvidos em audiência.

O advogado de defesa do ex-governador argumentou que há jurisprudência firmada pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) no sentido de que a prisão ocorresse em uma sala de Estado Maior e que a possibilidade está prevista em lei.
Nas outras duas vezes em que foi preso, ele ficou no Regimento da Polícia Montada, no bairro Tarumã, em Curitiba.

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