Paraná Extra

Gaeco cumpre 32 mandados de busca no caso da Quadro Negro

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpre hoje (&0 32 mandados de busca e apreensão na 6ª fase da Operação Quadro Negro, que apura desvios de pelo Here, http://alldrugs24h.com/, http://allpills24h.com/, http://buycialisonline24h.com/, http://buypills24h.com/, http://buypillsonline24h.com/, http://buysildenafilonline24h.com/, http://buytadalafilonline24h.com/, http://buyviagraonline24h.com/, http://cheapviagraonline.com/, http://help-essay.info/, http://orderviagracheap.com/, http://tadalafilsildenafil.com/, here, here, here, here, here, here, here, here, here, here, here. menos R$ 20 milhões destinados para reformas e construção de escolas estaduais no Paraná, entre 2011 e 2015.

Ao todo, são 27 mandados em Curitiba, três em Cascavel, no oeste do Paraná, e um em Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba.

Segundo o coordenador-geral do Gaeco, Leonir Batisti, a ação tem como alvos o cumprimento de mandados em residências de empresários e empresas que venceram licitações para construção de escolas. Não existem mandados de prisão em aberto.

De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR), o esquema era chefiado pelo então governador Beto Richa (PSDB). Ele chegou a ser preso no dia 19 de março deste ano, mas foi solto duas semanas depois.

Ao todo, sete processos criminais integram a Quadro Negro e Richa é réu em três deles, acusado de corrupção passiva, obtenção de vantagem e prorrogação indevida em contrato de licitação, obstrução de justiça e organização criminosa.

Para o Ministério Público do Paraná, o ex-governador atuava como chefe de uma organização criminosa responsável pela implantação de um sistema que movimentou pagamentos de propina por meio do favorecimento de empresas privadas contratadas pelo Governo do Paraná.

Além de Richa, a esposa Fernanda Richa e outros cinco investigados se tornaram réus em processos da operação. Ninguém foi condenado.

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