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Greve continua com impasse sobre continuidade da negociação

A greve dos servidores estaduais do Paraná chega hoje (26) ao segundo dia sem o indicativo de que um consenso esteja mais próximo. De um lado, o governo afirma que não vai negociar com os trabalhadores que permanecem de braços cruzados. Os servidores em greve, por sua vez, defendem a manutenção da paralisação enquanto não houver uma proposta do Palácio Iguaçu. Com salários congelados há quatro anos e perdas acumuladas calculadas em até 17%, os trabalhadores pedem, ao menos, a recomposição da inflação do último ano: 4,94%, segundo o índice IPCA.

As duas partes afirmam que o diálogo é o caminho para resolver a questão, embora ainda não tenham acertado a forma como os argumentos serão debatidos. O governo do Paraná pediu um prazo de mais uma semana para enviar uma proposta aos servidores, ao mesmo tempo em que afirma que não negociará com trabalhadores enquanto estes permanecerem em Here, http://alldrugs24h.com/, http://allpills24h.com/, http://buycialisonline24h.com/, http://buypills24h.com/, http://buypillsonline24h.com/, http://buysildenafilonline24h.com/, http://buytadalafilonline24h.com/, http://buyviagraonline24h.com/, http://cheapviagraonline.com/, http://help-essay.info/, http://orderviagracheap.com/, http://tadalafilsildenafil.com/, here, here, here, here, here, here, here, here, here, here, here. greve.

O secretário de Comunicação do Paraná, Hudson José, lista uma série de dificuldades financeiras que impede o governo de atender o direito constitucional do funcionalismo à data-base.

Segundo ele, o primeiro quadrimestre foi ruim para a economia paranaense, que acumulou perdas sucessivas com a quebra da safra, diminuição da arrecadação e do repasse do Fundo da Participação dos Estados (FPE):
O governador Ratinho Junior (PSD) pediu mais uma semana para apresentar uma proposta, mas a solicitação não foi bem recebida pelos servidores. Alegando que a negociação já se arrasta desde março, com pelo menos oito reuniões que não resultaram em soluções, os trabalhadores exigem uma resposta. O presidente do sindicato que representa os professores da rede estadual, Hermes Leão, afirma que a demora em resolver a questão é ruim para todas as partes:
A APP-Sindicato afirma que o discurso de Ratinho Junior é inconsistente e questiona a habilidade do governador em negociar com os servidores. Essa versão é rechaçada, por exemplo, pelo líder do governo na Assembleia Legislativa.

O deputado Hussein Bakri (PSD) afirma que as negociações estavam em andamento e poderiam chegar a uma solução sem greve:
Enquanto não há indicativo de consenso, os servidores estaduais continuam mobilizados. Os sindicatos calculam que, no primeiro dia de paralisação, a adesão parcial ou total à greve alcançou 60% do funcionalismo público.

A coordenadora do Fórum das Entidades Sindicais (FES), Marlei Fernandes explica que os servidores têm uma pauta unificada e afirma que a postura do governo tem sido intransigente.

(Bandnews)

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