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Já são quatro os casos de febre amarela em Curitiba

O município de Curitiba teve o quarto caso confirmado de febre amarela desde julho do ano passado. É o 15.º registro da doença no Paraná, segundo boletim semanal divulgado pela Secretaria de Estado da  Todos os pacientes de Curitiba foram infectados fora da cidade. A nova confirmação indica que o local mais provável de infecção é Morretes, no litoral do Paraná.

A suspeita é que outros três pacientes tenham contraído a doença nos municípios de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, e Itaoca e Barra do Turvo, em São Paulo. O Paraná ainda tem 77 casos em investigação, dos quais 11 são de moradores da capital. A primeira morte por febre amarela no período mais recente de monitoramento foi registrada em março deste ano, em Morretes. A vítima foi infectada no próprio município.

No Paraná, a presença do vírus da febre amarela já foi confirmada nos municípios de Antonina, Guaraqueçaba, Paranaguá e Morretes, no litoral, São José dos Pinhais e Adrianópolis, na região metropolitana de Curitiba. As mortes de macacos também podem indicar a circulação viral.

Neste período de monitoramento, a Secretaria da Saúde confirmou 5 mortes de animais por febre amarela, nos municípios de Antonina, Morretes, Paranaguá, São José dos Pinhais e Castro. Os macacos não transmitem a doença para os humanos, apenas são vítimas dela. A febre amarela é transmitida pelo mosquito contaminado com vírus que também pica os macacos.

A forma mais eficaz de prevenir a febre amarela em humanos é a vacina. Elas estão disponíveis gratuitamente em unidades de saúde de todo o Paraná para pessoas com idade entre nove meses e 59 anos. Quem já tomou a vacina uma vez não precisa ser imunizado novamente.

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