Paraná Extra

JustiAi??a federal torna Beto e 23 rAi??us em operaAi??A?o que investiga o pedA?gio

A JustiAi??a aceitou a denA?ncia e tornou rAi??u o ex-governador do ParanA? Beto Richa (PSDB) por organizaAi??A?o criminosa e corrupAi??A?o passiva no A?mbito da OperaAi??A?o IntegraAi??A?o – que investiga pagamento de propina a Richa e outros agentes pA?blicos por empresas de pedA?gio no ParanA?.A aceitaAi??A?o da denA?ncia foi divulgada no domingo (10).
AlAi??m do ex-governador do ParanA?, outras nove pessoas viraram rAi??s pelos mesmos crimes. Trata-se da denA?ncia que investiga o nA?cleo polAi??tico.
Segundo o MPF, o esquema desviou R$ 8,4 bilhAi??es por meio do aumento de tarifas de pedA?gio do Anel de IntegraAi??A?o, e de obras rodoviA?rias nA?o executadas. A propina paga em troca dos benefAi??cios, conforme os procuradores, foi estimada em pelo menos R$ 35 milhAi??es.
Beto Richa chegou a ser preso no dia 25 de janeiro, na 58A? fase da OperaAi??A?o Lava Jato, mas foi solto por decisA?o do presidente do Superior Tribunal de JustiAi??a (STJ), ministro JoA?o OtA?vio de Noronha.
Ai?? Ai??poca, a defesa de Richa afirmou que ele nA?o cometeu irregularidades e que sempre esteve Ai?? disposiAi??A?o para prestar esclarecimentos.
NA?o Ai?? a primeira vez que Richa vira rAi??u. A JustiAi??a recebeu a denA?ncia contra ele, por exemplo, na OperaAi??A?o RA?dio Patrulha, que investiga um esquema de propina para desvio de dinheiro por meio de licitaAi??Ai??es no programa “Patrulha do Campo”.
O MPF dividiu as acusaAi??Ai??es em duas denA?ncias. Essa envolve agentes pA?blicos, como Beto Richa, Pepe Richa ai??i?? irmA?o do ex-governador e ex-secretA?rio de Infraestrutura e LogAi??stica do estado ai??i?? e mais outras oito pessoas.
EmpresA?rios rAi??us
JA? a outra denA?ncia Ai?? relacionada aos empresA?rios envolvidos no esquema.
Entre os 23 rAi??us, estA?o ex-presidentes das seis concessionA?rias investigadas no esquema, alAi??m de funcionA?rios da AgA?ncia Reguladora do ParanA? (Agepar) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

Todos vA?o responder por organizaAi??A?o criminosa e corrupAi??A?o ativa. O juiz Paulo SAi??rgio Ribeiro rejeitou a denA?ncia contra eles pelo crime de lavagem de dinheiro.
“No curso das investigaAi??Ai??es, o MPF apresentou vasto conjunto de provas sobre a materialidade de fatos criminosos envolvendo a execuAi??A?o de contratos de concessA?o de rodovias federais no Estado do ParanA? (denominado “Anel de IntegraAi??A?o do ParanA?”), bem como indAi??cios suficientes de participaAi??A?o de cada um dos denunciados no esquema criminoso”, declarou o juiz.
O esquema
As denA?ncias sustentam que o esquema de pagamentos de propina pelas concessionA?rias de pedA?gio teve inAi??cio hA? cerca de 20 anos. Conforme os procuradores, a corrupAi??A?o elevou as tarifas de pedA?gio pagas pelos usuA?rios, e fez com que apenas 25% das obras previstas fossem realizadas.
Em delaAi??A?o, o ex-diretor do DER, Nelson Leal JA?nior, afirmou que as irregularidades comeAi??aram em 1997, na apresentaAi??A?o de propostas das concessionA?rias, que foram superfaturadas.
AlAi??m disso, os investigadores dizem que o mAi??todo usado para calcular o investimento que as concessionA?rias deveriam fazer em obras nas rodovias permitiu que as empresas se desobrigassem de concluir obras iniciadas, sob alegaAi??A?o de que jA? haviam cumprido a meta financeira estipulada por elas mesmas.
Segundo a Lava Jato, as concessionA?rias se comprometeram a duplicar 995,7 quilA?metros de rodovias no inAi??cio dos contratos, mas atAi?? hoje apenas 273,5 quilA?metros foram duplicados.
“O prejuAi??zo vai muito alAi??m e se estende sobre toda a cadeia produtiva do estado do ParanA? que deixou de se valer de uma infraestrutura adequada. NA?s temos uma infraestrutura de rodovias muito pior do que nA?s deverAi??amos ter”, afirmou o procurador Deltan Dallagnol.
Propina
O MPF afirma que a partir de 1999, ano em que comeAi??aram as concessAi??es, as seis empresas responsA?veis pelas rodovias do Anel de IntegraAi??A?o passaram a se reunir na sede da AssociaAi??A?o Brasileira de ConcessionA?rias de Rodovias (ABCR) para acordar o pagamento de propinas a agentes pA?blicos, em troca da celebraAi??A?o de aditivos contratuais favorA?veis Ai??s empresas.
No inAi??cio, as empresas arrecadavam e distribuAi??am cerca de R$ 120 mil mensais de propina a agentes pA?blicos.
Esse valor foi aumentando ao longo dos anos, seguindo os reajustes tarifA?rios dos pedA?gios, atAi?? chegar a cerca de R$ 240 mil, conforme o MPF. As empresas ainda mantinham esquemas paralelos independentes, segundo os procuradores.
Governo Richa
O MinistAi??rio PA?blico afirmou que a partir de 2011, no governo de Beto Richa, os pagamentos de propina foram direcionados a polAi??ticos e agentes pA?blicos do DER e da Agepar – A?rgA?o responsA?vel por fiscalizar as concessAi??es rodoviA?rias do estado. Entre os beneficiados estavam Beto Richa, Pepe Richa e Nelson Leal JA?nior.
A propina, conforme os procuradores, era paga sempre em dinheiro em espAi??cie. As concessionA?rias entregavam os valores ao entA?o presidente da ABCR, JoA?o Chiminazzo Neto, que os repassava a um operador financeiro responsA?vel por distribuir aos beneficiA?rios.
No caso de Beto Richa, a acusaAi??A?o diz que ele recebeu R$ 2,5 milhAi??es em espAi??cie, que foram usados para comprar imA?veis por uma empresa em nome da esposa e de um dos filhos do ex-governador.
Governos anteriores
Segundo o MPF, a prA?tica acontece hA? 20 anos no estado. Segundo o procurador do MinistAi??rio PA?blico Diogo Castor de Mattos, os crimes prescreveram para gestores pA?blicos anteriores a Richa.
“Do ponto de vista criminal, nA?s temos prescriAi??A?o. O prazo Ai?? curto e se a pessoa tem mais de 70 anos, o perAi??odo jA? conta pela metade”, afirmou.

Passam a responder na condiAi??A?o de rAi??us, de aAi??Ai??es penais derivadas das OperaAi??Ai??es IntegraAi??A?o I e II, as seguintes pessoas:

Aldair Wanderlei Petry
AntA?nio Carlos Cabral de Queiroz
Antonio Jose Monteiro da Fonseca de Queiroz
Beatriz Luciana Ferreira Assini
Carlo Alberto Bottarelli
Carlos Alberto Richa
Carlos Roberto Nunes Lobato
Claudio Jose Machado Soares
Davi Guedes Terna
Deonilson Roldo
Evandro Couto Vianna
Ezequias Moreira Rodrigues
Gustavo Mussnich
Helio Ogama
Hugo Ono
Jackson Luiz Ramalho Seleme
Joao Chiminazzo Neto
JoA?o Marafon JA?nior
Jose Alberto Moraes Rego de Souza Moita
Jose Alfredo Gomes Stratmann
Jose Camilo Teixeira Carvalho
Jose Juliao Terbai Junior
JosAi?? Richa Filho
Leonardo Guerra kegunaan levofloxacin, kegunaan levofloxacin, kegunaan levofloxacin, kegunaan levofloxacin, kegunaan levofloxacin, kegunaan levofloxacin.
Luiz Fernando Wolff de Carvalho
Marcelo Stachow Machado da Silva
Mario Cezar Xavier da Silva
MaurAi??cio Eduardo SA? de Ferrante
Nelson Leal Junior
Ricardo Rached
Ruy Sergio Giublin
Sandro Antonio de Lima
Silvio RogAi??rio Marchiori

(Com G1)

viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie, viagra salesman movie.

Deixe uma resposta