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Metalúrgicos, bancários e professores promovem manifestações

A sexta-feira (10) começou com protestos e paralisações na Grande Curitiba. Os atos são em defesa dos empregos, da aposentadoria e dos direitos trabalhistas. O movimento é nacional e foi convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT).

De acordo com a Força Sindical, cerca de 20 mil metalúrgicos da Grande Curitiba participam, desde a madrugada, de protestos nas portas de fábricas como a Renault, a Volvo, a Bosch e a Furukawa.

O Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região Metropolitana promete paralisações parciais em algumas agências da capital. A assessoria, porém, não confirmou à nossa reportagem quantas unidades vão ser afetadas. Nenhum banco deve fechar, o que deve ocorrer é o atraso na abertura, em vez das 10h, às 11 horas.

Todos os sindicatos se reúnem em um ato, às 11h, em frente à Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), na Avenida Cândido de Abreu, no Centro Cívico.

Sindicatos ligados a Educação, como a Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (Apufpr), levam para o protesto pautas como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a Reforma do Ensino Médio.

Além de bancários, metalúrgicos e profissionais da educação, participam do ato membros dos sindicatos dos petroleiros e dos eletricitários.

Mobilizações ocorrem simultaneamente em dezenas de cidades do país, em fábricas, ruas e praças.

(CBN)

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