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MPF vai atuar com o TRE no combate às fake news

O Ministério Público Federal (MPF) assinou acordo de cooperação técnica com o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE/PR) para veiculação da Central de Combate à Desinformação Gralha Confere, lançada para checar informações duvidosas sobre as urnas eletrônicas e o processo eleitoral nas Eleições 2020.

O acordo prevê que o MPF, como parceiro do projeto, divulgue em seu site oficial, redes sociais e grupos de mensagens, durante o período eleitoral, informações e checagens produzidas pelo TRE/PR. Além do MPF, diversas instituições assinaram o acordo, entre elas o Ministério Público Estadual do Paraná (MP/PR), o Tribunal Regional do Trabalho (TRT/PR) e o Tribunal de Justiça do Estado (TJ/PR).

De acordo com informações do TRE/PR, o  conteúdo produzido pelo Projeto Gralha Confere é fundamentado no Programa de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e baseado em critérios internacionais de checagem jornalística. Só serão realizadas checagens de notícias referentes à segurança do voto eletrônico e ao processo eleitoral.

“A procuradora regional Eleitoral, Eloísa Helena Machado, elogia a Central de Combate à Desinformação: o Projeto Gralha Confere é uma excelente iniciativa. Mais uma vez o TRE/PR reafirma sua preocupação, não só com a prestação jurisdicional, mas também se mostra atuante perante a sociedade, abrindo espaço para a população participar ativamente do processo eleitoral como um todo, e em especial no combate à desinformação, tão deletéria à democracia”, disse.

Gralha Confere – A agência funciona com o apoio da população, que poderá enviar links de notícias duvidosas sobre a segurança do processo eletrônico e a legitimidade da Justiça Eleitoral. As notícias deverão ser enviadas, via aplicativo de mensagens, para o telefone (41) 98700-5100, disponibilizado pela agência.

As informações checadas serão divulgadas em site próprio e nas redes sociais, tanto do TRE/PR quanto das instituições parceiras. Também são parceiros do projeto a Associação Comercial do Paraná (ACP), Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade) e Polícia Militar, entre dezenas de órgãos e instituições que já sinalizaram adesão ao projeto no Paraná.

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