Paraná Extra

Nova fase da Lava Jato investiga fraudes em licitaA�A?o na A?rea de saA?de

A PolA�cia Federal deflagrou hoje (4) a OperaA�A?o RessonA?ncia com o objetivo desarticular organizaA�A?o criminosa acusada de formar cartA�is na A?rea de saA?de. Segundo a PF, as empresas fraudavam licitaA�A�es no fornecimento de equipamentos mA�dicos e materiais hospitalares para a Secretaria Estadual de SaA?de Do Rio de Janeiro e para o Instituto Nacional de Traumatologia (Into). SA?o investigadas 37 empresas e a possibilidade de envolvimento delas em crimes de formaA�A?o de cartel, corrupA�A?o, fraude em licitaA�A�es, organizaA�A?o criminosa e lavagem de dinheiro.

A aA�A?o de hoje, cujas investigaA�A�es se desenvolvem conjuntamente com o MinistA�rio PA?blico Federal no Rio de Janeiro (MPF), ocorre a partir de elementos colhidos na OperaA�A?o Fatura Exposta, deflagrada pela forA�a-tarefa da Lava Jato no Rio em abril do ano passado.

A operaA�A?o conta com a participaA�A?o de cerca de 180 agentes federais, que cumprem 13 mandados de prisA?o preventiva; nove mandados de prisA?o temporA?ria e 43 mandados de busca e apreensA?o em cinco unidades da FederaA�A?o: Rio de Janeiro, SA?o Paulo, ParaA�ba, Minas Gerais e Distrito Federal. O apartamentoA�do ex-secretA?rio de SaA?de do Rio SA�rgio CA?rtes, na Lagoa (zona sul da cidade), A� alvo de um dos mandados de busca e apreensA?o, expedidos pela 7A� Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

OperaA�A?o Fatura Exposta
A Fatura Exposta identidicou um grande esquema de corrupA�A?o na A?rea da saA?de pA?blica do Rio. Na ocasiA?o, a operaA�A?o levou A� prisA?o alA�m de CA?rtes, os empresA?rios Miguel Iskin, presidente da Oscar Iskin, e seu sA?cio Gustavo Estellita Cavalcanti Pessoa a�� e que tambA�m seriam alvos da operaA�A?o de hoje.

TambA�m subsidiam a operaA�A?o de hoje informaA�A�es e material colhidos em inquA�ritos anteriormente instaurados pela PolA�cia Federal sobre o assunto, bem como elementos colhidos em processos administrativos do Conselho Administrativo de Defesa EconA?mica (Cade) e que aponta, segundo a nota divulgada pela PF, a�?para o envolvimento de uma grande empresa do ramo de fornecimento de materiais e equipamentos mA�dicos no sentido de manter sob influA?ncia a diretoria do Intoa�?.

a�?O objetivo dessa atuaA�A?o seria o de direcionar os vencedores e os valores a serem pagos nos contratos de fornecimento de material e equipamentos junto ao Institutoa�?, informa a PF. a�?Outras empresas interessadas em participar das licitaA�A�es precisavam passar a integrar o cartel coordenado por essa grande empresa do ramo [cujo nome nA?o foi revelado pela PolA�cia Federal] para ampliar as chances de sucesso”, acrescenta a nota.

(AgA?ncia Brasil)

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