Paraná Extra

O consumidor cadeirante

Claudio Henrique de Castro

 

Quando o cadeirante vai às compras deve ter sua acessibilidade garantida.

Desde o transporte coletivo, o embarque e desembarque no coletivo, no local que pretende descer, as calçadas devem estar adequadas para ele transitar. Deve ter o acesso aos corredores do supermercado, da loja ou apenas para a visitação.

Alguns estabelecimentos possuem cadeira elétrica motorizada para garantir a acessibilidade. O correto é a loja dispor de um acompanhante para que o cadeirante possa manusear e verificar os produtos que estejam fora do seu alcance se assim o desejar, pois nas prateleiras altas não há como ter o alcance pleno dos produtos.

A fila preferencial e a vaga no estacionamento não são um privilégio mas asseguram a prioridade da mobilidade nos estabelecimentos públicos ou privados.

O empacotamento dos produtos e até mesmo a entrega domiciliar, mediante taxa, deve estar disponível.

Além de acabarmos com o preconceito, devemos entender que toda pessoa com necessidades especiais tem direito à igualdade de oportunidades e não pode sofrer nenhuma espécie de discriminação (Lei nº 13.146/15).

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