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Policia faz operaAi??A?o em Curitiba contra fraude em tributos

Policiais civis cumprem, na manhA? desta terAi??a-feira (20), dois mandados de prisA?o temporA?ria e sete de busca e apreensA?o em Curitiba e RegiA?o. As ordens judiciais sA?o de uma operaAi??A?o que investiga uma quadrilha suspeita de fraudar tributos municipais hA? pelo menos 10 anos.A aAi??A?o foi batizada de Taxa Extra. De acordo com a polAi??cia, hA? servidores da Prefeitura de Curitiba investigados – um deles com mais de 20 anos de serviAi??o pA?blico.
Entre os tributos municipais fraudados, estA?o o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), Imposto sobre a TransmissA?o de Bens MA?veis (ITBI) e Imposto Sobre ServiAi??os (ISS).
Um dos mandados de busca e apreensA?o Ai?? cumprido interior da sede da Prefeitura de Curitiba, mais especificamente nas mesas de trabalho dos funcionA?rios pA?blicos municipais suspeitos de envolvimento com a fraude.
TambAi??m tem mandado sendo cumprido na Rua da Cidadania ai??i?? que sA?o sedes das administraAi??Ai??es regionais. Nos espaAi??os pA?blicos, o cumprimento dos mandados Ai?? acompanhado por servidores da Prefeitura de Curitiba.
A aAi??A?o Ai?? decorrente de uma denA?ncia encaminhada pela Procuradoria Geral do MunicAi??pio (PGM) de Curitiba ao NA?cleo de RepressA?o a Crimes EconA?micos (Nurce), da PolAi??cia Civil.
Em nota, a Prefeitura de Curitiba afirma que solicitou Ai?? PolAi??cia Civil investigaAi??A?o sobre possAi??veis fraudes em tributos do municAi??pio.
A administraAi??A?o pA?blica relata, ainda, que recebeu denA?ncias e fez uma verificaAi??A?o interna, “na qual foram detectadas alteraAi??Ai??es no sistema responsA?vel por esses dados, durante o ano de 2017″.
Com a divulgaAi??A?o da investigaAi??A?o Taxa Extra, conforme a prefeitura, a PGM “vai abrir processo administrativo para tirar do quadro funcional os servidores envolvidos com a fraude”.
Nesta manhA?, cerca de 30 policiais do estado participam da operaAi??A?o, que tem o apoio do Centro de OperaAi??Ai??es Policiais Especiais (Cope), e do NA?cleo de Combate aos Ciber Crimes (Nuciber). A investigaAi??A?o durou cerca de cinco meses.

AlAi??m dos mandados judiciais, a JustiAi??a autorizou a quebra do sigilo fiscal e bancA?rio de cinco pessoas da quadrilha.

(G1)

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