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Policiais civis também ameaçam com paralisação na terça-feira

A exemplo dos militares, a Policia Civil também ameaça entrar em greve na próxima terça-feira (25). Em reunião nesta quarta-feira (19), sindicatos e associações representativas do setor de segurança pública do Paraná emitiram nota conjunta condenando a postura do governador Ratinho Junior em não apresentar proposta de reajuste mínimo aos servidores que estão sem reposição desde 2016, acumulando aproximadamente 16% de defasagem salarial.

Há também reivindicações específicas da categoria policial, como problemas na carga horária, no efetivo e infraestrutura. “Tendo em vista o congelamento salarial dos servidores públicos do Paraná, que perdura há 4 (quatro) anos, bem como a omissão do Governador Ratinho Jr. em relação ao tema, uma vez que sequer ouviu os representantes classistas, reuniram-se de forma inédita, nesta data, a fim de deliberar e aprovar medidas conjuntas a serem colocadas em prática objetivando a urgente adimplência do reajuste inflacionário acumulado no período (data-base). Salienta-se que a correção inflacionária da remuneração dos servidores não se confunde com privilégio. Pelo contrário. Trata-se de um direito constitucionalmente amparado para compensar o fenômeno econômico da inflação, que corrói o poder aquisitivo, fato este que também incide sobre o trabalhador do serviço público, motivo pelo qual deve-se resguardar seus direitos”, explica o grupo em nota.

Assinam a nota a Associação dos Delegados de Polícia do Paraná (Adepol-PR), o Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná (Sidepol-PR), o Sindicato das Classes Policiais Civis do Paraná (Sinclapol-PR), o Sindicato dos Policiais Civis do Paraná (Sindipol-PR), a União da Polícia Civil do Paraná (UPC-PR), o Sindicato dos Peritos Oficiais e Auxiliares do Paraná (Sinpoapar), A Associação Brasileira de Criminalística (ABC) e a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Judiciária (ADPJ).

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