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Rapper curitibana é uma das participantes do BBB 21

A rapper curitibana Karol Conká, 35 anos, será uma das participantes do ‘Big Brother Brasil 21’, da TV Globo. O anúncio foi feito nesta terça-feira (19), dia em que a emissora confirma todos os participantes ao longo da programação. O programa começa no dia 25, a próxima segunda-feira.

Karol Conká disse ao Gshow que aceitou o desafio de entrar no programa – que ela nunca imaginou que um dia fosse participar – com a intenção de absorver novas experiências e se conectar com pessoas. Assim que recebeu o convite, ficou chocada e mudou de opinião três vezes.

“Quando recebi o convite, dei um grito. A primeira coisa que passou foi: ‘não, nem vá’. A segunda foi: ‘’não tem como você ir, capaz que você vai’. E a terceira: ‘você vai, isso é um presente’. Nunca me vi na casa, sempre assisti, mas nunca me imaginei. Cheguei a falar já que nunca entraria no BBB e mordi minha língua!”, revela.

Focada em levar R$ 1,5 milhão pra casa, a cantora e apresentadora, que está solteira, não tem planos de pegar ninguém lá dentro, mas está com medo de morder a língua. “Minha melhor versão é quando estou solteira, porque tenho tempo pra mim, não tenho que dar explicação, fico mais leve…. Não coloquem ninguém interessante lá dentro. Só falta eu morder a língua…”

Dona de um discurso forte sobre empoderamento feminino e contra o preconceito, Karol usa sua visibilidade para falar sobre a diversidade. Na infância, o preconceito que sofreu serviu de força para ser o que ela é hoje: “Consegui reverter a dor do preconceito em solução, em poder, por isso falo muito sobre empoderamento. Houve um tempo em que me tiraram isso, aprendi a ser mais. Eu canto tanto sobre a diversidade, sobre respeitar as diferenças.”
Curitibana e moradora de São Paulo, Karol começou a cantar aos 16 anos numa festa de rap. Desde pequena se divertia cantando em casa, com um microfone de brinquedo comprado pela mãe. Na sua primeira experiência no palco, chegou meio desengonçada e nervosa, foi vaiada, mas não por muito tempo: “Logo perceberam o que estava fazendo ali, parecia uma formiguinha, mas tinha potência de elefante. Nunca mais saí do palco”, lembra ela.

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