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Segundo IBGE, empregados domésticos foram os mais afetados pela pandemia

Mais de 90% dos empregados domésticos deixaram de receber salário nesta pandemia. A categoria foi a mais afetada nesse período de isolamento social.

É o que aponta uma pesquisa feita por telefone pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE) que traz as dez profissões mais afetadas pelo coronavírus no Paraná. 38 mil empregados domésticos foram afastados o que corresponde a 93,9% da categoria profissional. Entre Cabeleireiros e manicures , 19 mil pessoas foram afastadas do trabalho e 96,9% deixaram de ser remuneradas. Também foram afetados vendedores, pedreiros, professores de educação física, motoristas de aplicativos e auxiliares de escritório.

Todas essas profissões respondem por 53% dos afastamentos ocorridos em virtude do distanciamento social. A pesquisa mostra ainda que, 574 mil estavam afastados do trabalho e 250 mil deixaram de receber remuneração em junho. Outro dado da pesquisa aponta que 461.156 pessoas deixaram de procurar emprego no mês passado no Paraná devido à pandemia. Em contrapartida, 648 mil foram em busca de uma oportunidade de trabalho.

Por causa da pandemia, 10,4% dos trabalhadores estavam atuando de forma remota no Estado (no Brasil eram 12,7%) e a taxa de informalidade das pessoas ocupadas estava em 27,3%, número abaixo da média nacional, que era de 34,8%.

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