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ai???Tempo pra quA??ai??? mostra criaAi??A?o coletiva no Positivo

O passar do tempo, a atualidade e o dia a dia podem ser vistos de diferentes maneiras por cada geraAi??A?o. Ai?? o que a exposiAi??A?o ai???Tempo pra quA??ai??? pretende retratar. Em um processo de criaAi??A?o coletiva, artistas de diferentes geraAi??Ai??es trazem o olhar do tempo presente, dos diA?logos, desafios e expectativas. Cada artista nasceu em um ano diferente: Ieda Iane (1964), Georgete Zelazowski (1966), Georjane Zelazowski (1968), Eduardo Dalazen (1974), Felipe Tosin (1978), Leonardo Mercher (1985), Maria Fernanda Cafarel (1985) e Daniel Derviche Casagrande (1989); e juntos trazem uma exposiAi??A?o cheia de diversidade em 2017. Entre os temas abordados na exposiAi??A?o, estA?o o papel social da mulher, a cultura do entretenimento e a liberdade de expressA?o.

Ieda Iane busca apresentar a relaAi??A?o do corpo feminino com as demandas sociais que ainda constrangem a liberdade da mulher, sem se colocar em uma posiAi??A?o de vAi??tima, mas valorizando o fazer artAi??stico e as potencialidades femininas. Georgete Zelazowski fala sobre a cultura industrial, do consumo e acumulaAi??A?o, em que quase sempre ignoram-se as consequA?ncias materiais dos atos, trazendo como exemplo as cA?psulas de cafAi??. Felipe Tosin traz as cores da liberdade de expressA?o das ruas, os neons que ganham as formas orgA?nicas dos parques e o paisagismo paranaense para suas obras.

Eduardo Dalazen busca expressar as angA?stias de uma juventude vivaz mas que encontra grandes desafios para ser ouvida. Para isso, usa o figurativo em abstraAi??A?o. Georjane Zelazowski fala da memA?ria e do nA?cleo familiar em suas costuras com materiais mA?ltiplos. A artista mostra que o ato repetitivo do cotidiano no espaAi??o privado muitas vezes Ai?? desvalorizado, como um fazer menor do que outras atividades produtivas e sociais. Ela usa o desenho como linguagem e explora as linhas, um traAi??o alimentado pela infA?ncia com a mA?e costureira.

Daniel Casagrande usa a tecnologia para expressar as novas possibilidades da arte, como uma nova linguagem artAi??stica que nA?o se limita apenas aos jovens. Ele usa pixelizaAi??A?o e sobreposiAi??A?o de monitores e vAi??deos para inspirar suas pinturas em tela.Ai??Maria Fernanda trata do belo no brutalismo das cidades de concreto. Misturando vidro e cimento em esferas suspensas, ela lembra da necessidade do olhar para a beleza na verticalidade das cidades. Com uma variedade de materiais, ela propAi??e experiA?ncias estAi??ticas ao pA?blico por meio das cores e figuras reconfortantes e conhecidas e da prA?pria realidade do dia a dia. Leonardo Mercher fala sobre as expectativas que sua geraAi??A?o tem em torno da noite curitibana, sobre a luz neon das baladas que atraem os jovens por consumo de desejos e pertencimento. Para isso, registra as paisagens noturnas da cidade, mostrando uma crAi??tica sobre o encantamento de uma geraAi??A?o.

A exposiAi??A?o estA? aberta ao pA?blico na Biblioteca Central da Universidade Positivo, no cA?mpus-sede Ecoville, das 8h Ai??s 22h30, atAi?? o dia 12 de dezembro. A entrada Ai?? gratuita.

 

ServiAi??o

ExposiAi??A?o Tempo pra quA??

Onde: Universidade Positivo – CA?mpus Ecoville | Biblioteca Central (Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Ecoville)

Quando: atAi?? 12 de dezembro

Quanto: Entrada gratuita

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