Cotidiano

G8 de Cascavel apoia isenção de IR e rejeita aumento

Recentemente, o G8, que é um grupo de entidades que representam o setor produtivo de Cascavel, se manifestou sobre a atualização da tabela do Imposto de Renda para pessoas físicas. Eles estão a favor dessa atualização, mas deixaram claro que são contra qualquer proposta do governo que sugira criar ou aumentar tributos sobre as empresas para compensar essa mudança. O documento, assinado por sete entidades locais, destaca a importância de não penalizar quem gera emprego e movimenta a economia.

As entidades, que incluem a Acic, Amic e Sindilojas, ressaltam que o Brasil já enfrenta uma das maiores cargas tributárias do mundo e que as empresas lidam com um sistema burocrático que desestimula investimentos e prejudica a competitividade. Para o G8, aumentar impostos ou criar novos tributos só pioraria a situação, dificultando o crescimento e aumentando o risco de uma retração econômica.

### O Impacto da Carga Tributária

A nota do G8 enfatiza que, especialmente nas pequenas e médias empresas, o lucro é crucial para o capital de giro. Esse capital é vital para cobrir salários, manter as operações e financiar novos investimentos. O grupo compara tributar o lucro a retirar o oxigênio de quem realmente sustenta a economia. Muitas vezes, esses recursos são reinvestidos no próprio negócio, substituindo o crédito bancário, que costuma ser caro e difícil de obter.

Além disso, eles alertam que medidas que aumentem a carga tributária podem inviabilizar muitos negócios e causar a perda de postos de trabalho. É importante lembrar que as pequenas e médias empresas são responsáveis por mais de 65% dos empregos formais no Brasil.

### Buscando um Equilíbrio Fiscal

O G8 defende que o equilíbrio fiscal do país deve ser buscado por meio de uma gestão eficiente, planejamento responsável e controle dos gastos públicos, e não aumentando a carga tributária. Segundo eles, o verdadeiro caminho para um Brasil mais equilibrado está na boa administração dos recursos e no combate ao desperdício. Para isso, são necessárias reformas que promovam confiança, competitividade e prosperidade.

### Um Alerta para o Futuro

O grupo também aponta que insistir em aumentar os impostos sobre o setor produtivo desestimula o empreendedorismo, prejudica a geração de empregos e mina a confiança dos investidores. Isso resulta em um ambiente econômico instável, que se torna menos competitivo em comparação a outros países que oferecem maior previsibilidade e atratividade.

O documento do G8 conclui enfatizando que o futuro do Brasil exige equilíbrio, responsabilidade e uma visão a longo prazo. Eles defendem a necessidade de uma política tributária moderna, simplificada e justa, que estimule quem produz e gera desenvolvimento.

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