PARANÁ

Troféu Gralha Azul completa 50 anos e valoriza diversidade teatral

Na noite de segunda-feira (1º), Curitiba viveu um momento especial com a 41ª edição do Troféu Gralha Azul. O evento, realizado no Auditório Salvador de Ferrante, celebrou os 50 anos da premiação, que é um verdadeiro reconhecimento da rica diversidade do teatro paranaense. Com 63 espetáculos inscritos, 34 foram homologados e avaliados em 17 categorias diferentes.

Entre os destaques da noite, o espetáculo “O Medo da Morte das Coisas”, da Companhia Súbita de Teatro, levou o prêmio de Melhor Espetáculo. A autora e atriz da peça, Maíra Lour, também brilhou ao receber o troféu de Melhor Direção por “Deriva”. Emocionada, Maíra dedicou suas conquistas à sua mãe, a atriz Fátima Ortiz, e à memória de seu pai, Enéas Lour, também ator.

Outro grande momento foi protagonizado pela atriz Cleo Cavalcante, que saiu com três estatuetas por seu trabalho em “Historieta”, da Tato Criação Cênica. Cleo foi reconhecida como a melhor atriz em espetáculo infantil, e sua peça ainda ganhou os prêmios de melhor espetáculo e melhor figurino para crianças. Um verdadeiro sucesso!

Adriano Gouvella, da companhia Os Palhaços de Rua, de Londrina, também teve seu momento de glória, levando os prêmios de melhor ator e de dramaturgia por “Réquiem para um barbeiro”.

Este ano, o Troféu Gralha Azul passou por algumas mudanças para se adaptar às demandas da categoria. Os novos critérios buscam promover a inclusão de grupos socialmente minorizados e facilitar o acesso de companhias de teatro de outros municípios do Paraná. Além das premiações por categorias, dois Prêmios Especiais foram entregues: Gabriela Grigolom foi reconhecida por sua contribuição ao teatro surdo, enquanto Carol Vaccari foi eleita a Técnica do Ano na área de iluminação.

Foi uma noite repleta de emoção e celebração, reafirmando a força e a criatividade do teatro paranaense.

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