Paraná tenta apoiar Rio após operação letal e é recusado
Nesta quarta-feira, dia 29 de outubro, o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira, comentou sobre a situação no Rio de Janeiro após uma megaoperação que resultou em um número alarmante de mortes. A ação foi considerada a mais letal do Brasil, com pelo menos 121 pessoas perdendo a vida, incluindo quatro policiais.
Hudson revelou que o Paraná se dispôs a ajudar o Rio de Janeiro, oferecendo tanto equipamentos quanto equipes de operações especiais. No entanto, essa ajuda foi inicialmente recusada pelo secretário de Segurança Pública do Rio, Victor dos Santos. Hudson explicou que a situação no Rio envolve uma luta intensa pelo controle de território, onde a presença do Estado foi insuficiente em momentos críticos, permitindo que o crime organizado se estabelecesse. A ideia, segundo ele, é retomar essas comunidades para que o governo volte a ter um papel efetivo nelas.
A operação em questão aconteceu nos complexos do Alemão e da Penha, visando enfrentar o Comando Vermelho, uma das facções criminosas mais poderosas do país. O saldo trágico foi de 121 mortes, entre as quais 117 eram suspeitos e quatro eram policiais. Com isso, a operação se tornou a mais letal da história do estado do Rio de Janeiro. Apesar da forte repercussão negativa, o governador Cláudio Castro classificou a ação como um “sucesso”, afirmando que apenas os policiais mortos devem ser considerados como “vítimas”.
Enquanto isso, em Curitiba, o clima é de transformações. Um projeto novo promete dar uma cara nova a duas avenidas da cidade, e há ainda um cantinho escondido que lembra cenários da França, perfeito para quem busca um lugar especial para relaxar. Além disso, os pais estão sendo alertados sobre uma infecção rara que pode ser facilmente ignorada, reforçando a importância de estarmos atentos aos sintomas.




