Cotidiano

Paranaenses aprovam resposta rápida do Estado em Rio Bonito

Uma pesquisa divulgada recentemente pela IRG Pesquisas revelou que a grande maioria dos paranaenses, cerca de 84,3%, aprovou a rápida resposta do Governo do Estado após o tornado que devastou parte de Rio Bonito do Iguaçu no dia 7 de novembro. Além disso, 92,1% dos entrevistados acompanharam de perto as notícias e as ações tomadas durante a crise.

Após o desastre, equipes do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil e profissionais de saúde se mobilizaram rapidamente para ajudar a população. No início, mais de 50 bombeiros foram enviados à cidade, acompanhados de viaturas, aeronaves e suporte técnico especializado. Eles trabalharam incansavelmente para localizar vítimas, atender os feridos e garantir a segurança nas áreas mais atingidas.

Conforme a situação foi se estabilizando, o foco das equipes passou para a limpeza das áreas afetadas, retirada de entulhos e recuperação das casas que tiveram os telhados arrancados. Também foram realizados laudos técnicos e cadastramento das famílias impactadas. Em poucos dias, os serviços de água e luz foram restabelecidos, trazendo um alívio para os moradores.

O Governo do Estado se mobilizou ainda mais e enviou 11.440 telhas para o município, o que permitiu que quase todas as casas com danos parciais retornassem à normalidade. Além disso, foi criado um programa chamado Superação, que oferece um auxílio de R$ 1 mil para as famílias em situação de vulnerabilidade social. Para a reconstrução das casas, também estão disponíveis auxílios de até R$ 50 mil, e a construção de novas residências no modelo woodframe, que garantem um lar seguro e digno para aqueles que perderam tudo.

As equipes do Estado permanecem em Rio Bonito do Iguaçu para apoiar a prefeitura nas próximas etapas da reconstrução. Para facilitar o acesso a serviços, foi instalada uma unidade do Poupatempo na cidade, além de equipes de diversas secretarias que auxiliam as famílias com documentação e acesso a benefícios. Em breve, o Governo também apresentará um plano de recuperação econômica a longo prazo para ajudar a cidade a se reerguer.

A pesquisa, que ouviu 1.200 pessoas entre os dias 17 e 19 de novembro, tem uma margem de erro de 2,7% e um grau de confiança de 95%.

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