Paraná Extra

Só uma em cada quatro empresas se habilitam ao auxilio do governo estadual

Só uma em cada quatro empresas paranaenses que têm direito a receber o Auxílio Emergencial do governo Ratinho Junior, fez o requerimento para receber as parcelas. O benefício é pago a microempresas e a microempreendedores individuais de categorias específicas. Dados da Secretaria de Estado da Fazenda do Paraná apontam que até sexta-feira (16), quase 30 mil empresas fizeram o requerimento do benefício.

O diretor-geral da SEFA, Eduardo Castro, explica, porém, que o número de empresas que têm direito ao benefício é quatro vezes maior.

A baixa adesão pode ser explicada pelo desconhecimento dos empresários sobre o programa. Por ser uma classe bastante pulverizada, o Governo do Estado teme que a informação não tenha chegado a todos que podem receber as parcelas.

Tem direito ao auxílio as microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil por ano, além dos microempreendedores individuais – os chamados MEIs. As microempresas beneficiadas recebem 4 parcelas de R$ 1 mil; já os microempreendedores individuais são beneficiados com 2 parcelas de R$ 500 cada.

Para receber o benefício, a empresa precisa ter sido criada até 31 de março.
As inscrições para o programa começaram no final de abril e vão até o dia 10 de agosto. Quem ainda não formalizou o pedido, não perde o direito às parcelas, mas para receber a ajuda ainda este mês, o empresário precisa fazer o requerimento até o dia 25.
A definição das empresas que têm direito ao benefício foi realizada com base no CNAE – o código de classificação nacional de atividades econômicas. Toda empresa aberta no Brasil, conta com esse código no cadastro do CNPJ. Entre as atividades beneficiadas, estão os restaurantes, bares e lanchonetes; ambulantes de serviços de alimentação; transporte rodoviário de passageiros; organização de excursões e os comércios varejistas de vestuários e calçados.

O diretor-geral diz que os critérios tentam beneficiar os setores mais afetados com as restrições sanitárias da pandemia da Covid-19.

(Com Bandnews)

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